Liderança assertiva: como usar o modelo GROW para atingir metas e objetivos

Você já se sentiu preso em um ciclo de metas para bater, equipe desmotivada e longas reuniões em vão?    Liderar um time para atingir objetivos todos os dias pode ser desafiador, principalmente quando você não consegue traçar um caminho para trilhar.    O modelo GROW oferece uma solução para definir e organizar as metas, além de passar uma visão realista e mostrar os pontos que podem impedir o sucesso.    No artigo de hoje eu vou te mostrar um guia prático simples, mas eficiente, para usar o método GROW e atingir suas metas e objetivos em conjunto com a sua equipe! Vamos lá?   O que é o modelo GROW Antes de tudo, vou te contar um pouco mais sobre a história do modelo GROW e algumas curiosidades sobre ele. Basicamente, esse é um método de coaching bastante utilizado para alcançar metas e objetivos.    Foi desenvolvido em 1980 por John Whitmore, junto com seus colegas Graham Alexander e Alan Fine. A abordagem foi criada com base no pressuposto de que a maioria dos obstáculos não são externos, mas sim internos, e podem ser superados com organização.    Uma das curiosidades sobre o modelo GROW é que ele usa elementos da psicologia positiva, mostrando que a ciência humana pode ser simples e aplicável por todos.    Além disso, o método pode ser usado em várias áreas diferentes, sendo reconhecido mundialmente por sua eficácia.    Aplicação prática do modelo GROW O modelo GROW é um acrônimo onde cada letra tem um significado importante na prática, que pode ser individual ou coletiva. Veja como cada etapa funciona:  G de Goal (Meta): aqui é a fase de definir com clareza qual o objetivo.  R de Reality (Realidade): aqui é o momento para reconhecer a situação atual. O de Options (Opções): nessa fase você vai mapear todas as possibilidades para atingir a meta. W de Will (Ir): por fim, você define por onde vai e quais os passos a serem seguidos.    Para facilitar o processo de aplicação prática, cada fase tem algumas perguntas chaves que você e sua equipe devem procurar responder.   Passo a passo prático para usar o modelo GROW na sua gestão Agora que você conheceu o modelo GROW em detalhes, vou fazer uma simulação em uma situação hipotética comum e mostrar, com todos os detalhes, como você pode usar o método!    Imagine uma situação em que você é o gestor do time de vendas e recebe a orientação de que as vendas devem aumentar em 15% neste mês, que já está na metade.    Você reúne sua equipe para fazer uma reunião e traçar um caminho objetivo para fazer acontecer.  Fase 1 Goal:  Nesta primeira fase, é fundamental definir a meta com clareza e detalhes. Perguntas como “o que queremos alcançar”, “em quanto tempo devemos alcançar” , “qual é o valor atual da meta” e “qual é o valor exato que precisa ser acrescentado à meta?” são questionamentos para essa fase.    Você já recebeu a orientação, passe para o seu time de maneira simples: precisamos aumentar o valor bruto das vendas em 15% até dia 30 de junho.    Fase 2 Reality Chegou a hora de encarar a verdade! Perguntas como “quanto já vendemos até o momento”, “quanto precisamos vender com esse aumento” e “quais são os obstáculos que estamos enfrentando nas vendas” são interessantes.   Vale lembrar que nessa fase, você precisa identificar a realidade de maneira ampla, ou seja, você e sua equipe precisam identificar o que pode atrapalhar no alcance da meta. O concorrente está com promoção? O produto campeão de vendas está em falta?    Pensem juntos em todas as possibilidades, isso é importante para a próxima fase.  Fase 3 Options Chegou a hora de encontrar soluções e caminhos. Perguntas como “o que podemos fazer para vender mais” e “como podemos resolver o que está impactando as vendas” são exemplos práticos de questionamentos.    Considere as condições que você e sua equipe já podem usar imediatamente, pois isso acelera o processo. Essa é uma boa dica para prazos apertados, como é o caso dessa simulação.    Essa fase pode se comparar a colocar uma rota no GPS, você vai ver vários caminhos, mas vai escolher um deles para chegar ao destino.  Fase 4 Will Por fim, você vai esmiuçar o caminho escolhido na fase anterior, separar os passos e definir os responsáveis. Perguntas como “qual o próximo passo” e “quem vai fazer o que” são questionamentos dessa etapa.    Pode ser legal usar o método 5W2H e o Kanban para deixar tudo registrado, disponibilizar para o seu time e fazer o acompanhamento diariamente.   Toque de mestre: execução e revisão A gestão de pessoas definitivamente não é uma função engessada e o mesmo se aplica aos métodos que usamos para organizar o dia a dia.   Minha dica final é: não fique somente nas planilhas, coloque em prática e se for necessário, revise os caminhos e os passos escolhidos.    O método GROW é ótimo para você fazer com sua equipe, pois pede a participação ativa, estimula a criatividade e deixa os objetivos transparentes e tangíveis para todos.    Como líder, aplique as fases com energia alta e aproveite a psicologia positiva para demonstrar confiança na sua equipe e na capacidade de alcançarem os seus objetivos!    Gostou do conteúdo de hoje? Compartilhe com seus colegas e amigos e se quiser, deixe um comentário de como você gosta de motivar ou ser motivado!

A importância da liderança no empreendedorismo

Segundo pesquisas de 2023, aproximadamente 93 milhões de brasileiros estão envolvidos com o empreendedorismo e mais de 60% das pessoas sonham em ter seu próprio negócio. Para empreender é fundamental aprender a gerir recursos e também pessoas. Não desenvolver a liderança acarreta em falta de tempo devido ao acúmulo de funções, estagnação do empreendimento e problemas recorrentes com colaboradores. Eu sei que, principalmente no começo, grande parte dos empreendedores é responsável por todas as atividades de sua empresa, mas é importante se preparar para crescer. Saber liderar é importantíssimo para desenvolver boas parcerias, contratar e manter colaboradores motivados e ganhar competitividade no mercado. Eu sou Mariely Thamara, atuo como Mentora de Líderes, Consultora Empresarial e Palestrante e já ajudei centenas de pessoas a crescerem como líderes e gestoras. No post de hoje vou falar sobre a importância de quem tem seu próprio negócio saber liderar. Além disso, vou dar dicas preciosas para desenvolver essa habilidade praticando. A importância do empreendedor desenvolver a liderança Se você é um empreendedor, com certeza já sentiu que precisava dar conta de tudo ou que ninguém executaria uma atividade como você gostaria ou seria capaz de fazer. Ou ainda, já sentiu que a jornada empreendedora parece estagnada e não sabe o que fazer para seu negócio crescer. A grande maioria dos gestores dos seus negócios enfrentam dificuldades parecidas em algum momento, independente do porte da sua empresa. Desenvolver a liderança é a chave tanto para estabelecer negócios sólidos como também para o seu crescimento pessoal como empreendedor. Engana-se quem pensa que saber liderar é uma necessidade exclusiva para donos de grandes empresas. Mesmo que sua empresa comece só com você, o crescimento do seu negócio vai depender de sua capacidade de liderar bem as parcerias e negociações. Por outro lado, donos de grandes negócios que decidem contratar gestores em suas empresas serão os responsáveis por gerir essa equipe e garantir que os resultados sejam de acordo com as políticas desejadas. “O verdadeiro líder é alguém que sabe a diferença entre delegar uma tarefa e delegar a responsabilidade. Os empreendedores bem-sucedidos sabem que não podem fazer tudo sozinhos, mas também entendem que são responsáveis por tudo o que acontece em sua empresa.” – John C. Maxwell. Como desenvolver uma liderança estratégica sendo empreendedor Agora chegou a hora de saber, afinal como desenvolver uma liderança positiva em meio ao dia a dia corrido do empreendedor? Bem, ser um empreendedor exige uma postura autodidata, mas nem sempre precisa ser assim. Você pode buscar livros ou áudio livros sobre liderança, consumir conteúdo relacionado nas redes sociais, participar de palestras e treinamentos e melhorar seu networking, fazendo contato com outros empreendedores e trocando figurinhas. No meu perfil aqui do LinkedIn, por exemplo, trago diversos tutoriais sobre liderança estratégica, que podem ser aplicados tanto por gestores corporativos como também por empreendedores. Veja agora 7 passos simples para desenvolver a liderança estratégica e aplicar em seu próprio negócio: 1. Defina metas claras Em primeiro lugar é preciso saber para onde você está indo. Crie o hábito de desenhar metas de curto, médio e longo prazo e fazer planejamentos práticos para alcançar seus objetivos. Você pode usar ferramentas como a 5W2H para auxiliar nesse passo. Aprenda mais em: Metas para 2024: 5 passos para criar um planejamento coletivo de sucesso 2. Aprenda com sua experiência A jornada do desenvolvimento da liderança envolve aprendizado prático. Aceite acertos e erros como parte do processo e procure refletir sobre o que poderia ter sido feito de melhor. Lembre-se de evidenciar seus acertos, pois servem como base do líder que você está se tornando. 3. Aprenda a tomar decisões Como líder e empreendedor, saber tomar decisões é crucial para o seu negócio. Acostume-se com isso e procure analisar cuidadosamente as informações disponíveis, considerando sempre os riscos e oportunidades. Procure avaliar como cada decisão te aproxima das metas que você traçou lá no passo 1. 4. Seja inovador (a) Empreender pede a habilidade de reinventar a roda, ou de pelo menos dar abertura a novas maneiras de trabalhar. Incentive a criatividade, abrace novas ideias e veja a experimentação como um aprendizado contínuo. 5. Comunique com transparência As metas que você definiu no passo 1 precisam estar claras para os membros do seu time. Comunique com clareza e tenha certeza de que todos estão cientes de sua importância no processo. Você também pode gostar de ler: Gestão de metas: 8 dicas para envolver sua equipe de maneira natural 6. Invista em capacitação Capacitação constante é o melhor caminho para manter um aprendizado contínuo e isso vale não só para você, como também para sua equipe. Invista em consultorias, cursos, workshops e mentorias para melhorar suas habilidades e a de seus colaboradores. Além de promover o crescimento de cada um, esse passo mantém a motivação em alta e valoriza i capital humano de sua empresa. 7. Fique de olho nas novidades Por último e nunca menos importante, fique de olho no que está acontecendo ao seu redor, fora da sua empresa. Mudanças no mercado em que sua empresa atua, concorrência,  mudanças legislativas e tecnológicas são fatores que podem afetar sua empresa. Estar por dentro te dá segurança para continuar crescendo e se posicionar como líder e diante do mercado. Conclusão A liderança é uma habilidade indispensável em vários setores da vida, mas no mundo do empreendedorismo ela é fundamental. Coloque em prática esses 7 passos e comece agora mesmo a desempenhar um papel de liderança empreendedora. Lembre-se que todos precisamos de outras pessoas para crescer, então saber como gerir sua equipe também é valorizar o seu negócio! Gostou do tema de hoje? Então faça sua parte contribuindo com o sucesso do empreendedorismo no Brasil! Basta interagir nos botões abaixo, deixar a sua opinião ou sugestão de novos temas e compartilhar o artigo em seu perfil para ajudar mais empreendedores a ficar por dentro do assunto.

Cinco pilares da inteligência emocional para cargos de liderança

Hoje vou falar sobre algo que já não é mais nenhum segredo no ambiente corporativo, no entanto, ainda é uma grande dificuldade: inteligência emocional em cargos de liderança. Liderar é uma tarefa que pede bastante conhecimento técnico, isso é verdade. É super importante que o líder entenda das tarefas e processos envolvidos para o andamento do trabalho. Também é recomendável que um bom líder saiba criar estratégias e alcançar resultados. Embora isso seja importante, a relação do líder e seus liderados é um dos pontos mais fundamentais para ter equipes com alta performance. Vale lembrar que pesquisas já comprovaram que um ambiente corporativo saudável é um diferencial incrivelmente vantajoso para os negócios. Sendo assim, hoje você vai descobrir os cinco pilares essenciais da inteligência emocional aplicados em cargos de liderança e como eles podem impactar estrategicamente os resultados da equipe. Impactos da falta de inteligência emocional no trabalho Você já ouviu falar que um ambiente tem “a cara do chefe”? Essa é uma expressão comum entre liderados e até mesmo para clientes, acredite em mim. Na prática, não é difícil de entender. Sabe aquele líder que chega de cara fechada, não fala bom dia e suas primeiras palavras são uma enxurrada de críticas e feedbacks negativos? Bem, você já pode imaginar como vai ser o dia nesse ambiente. Colaboradores tensos, “pisando em ovos”, emoções afloradas e o estresse gerado diminuindo significativamente as capacidades cognitivas da equipe. Todos podem ser afetados, seus fornecedores, seus parceiros e claro, seus clientes. Nem preciso dizer que a longo prazo, esses acontecimentos podem sim interferir no sucesso ou no fracasso de uma empresa. Além disso, outros problemas podem decorrer desse ambiente desagradável, como alta rotatividade, afastamento por doenças emocionais e até mesmo problemas trabalhistas. O que é inteligência emocional? Mas afinal, o que é a tão falada inteligência emocional? E como ela pode impactar tanto assim os resultados? Para entender melhor, vamos avaliar esse conceito com base no que diz o renomado escritor, psicólogo e jornalista científico Daniel Goleman. Segundo ele, a inteligência emocional diz respeito à capacidade de entender e gerenciar emoções humanas, não apenas as nossas emoções, bem como também as emoções de outras pessoas. Para um líder, essa habilidade é uma vantagem poderosa. Ser capaz de reconhecer e administrar suas emoções e ao mesmo tempo ter a capacidade de reconhecer e gerenciar as emoções do time é essencial para conduzir os resultados desejados! Cinco pilares da inteligência emocional Ainda segundo Goleman, a inteligência emocional pode ser dividida em cinco pilares essenciais, que precisam ser praticados em conjunto para alcançar um ápice. A boa notícia é que são habilidades que podem ser treinadas e qualquer líder que se propõe a aprender pode ser capaz de colocar esses pilares em prática. 1. Autoconhecimento emocional O autoconhecimento é a capacidade de se reconhecer e compreender suas próprias emoções. Este é o ponto de partida para aprender a gerenciar ações diante de sentimentos. O cérebro humano funciona através de neurotransmissores, que podem desencadear reações primitivas automáticas, como estresse e raiva. O autoconhecimento permite que a pessoa seja capaz de resistir a seus impulsos biológicos e conduzir suas ações de maneira mais racional. 2.Autocontrole emocional Falando em conduzir ações de maneira racional, é aí que entra o segundo pilar: o autocontrole emocional. Ele vem logo após o autoconhecimento, pois só assim é possível administrar suas emoções sem reprimi-las. Gerir emoções não é varrer para baixo do tapete, pois uma hora a conta chega. A gestão através do autocontrole significa ser capaz de analisar e ressignificar os sentimentos, transformando em ações plausíveis. 3.Automotivação O terceiro pilar tem a ver com propósito, aquilo que faz você ter a persistência necessária para buscar os resultados. Um líder que tem clareza dos benefícios profissionais, pessoais e sociais que suas ações podem causar é capaz de tomar decisões muito mais assertivas. Liderança tem muito a ver com paixão e convicção verdadeira pela causa, pois essas características vão refletir automaticamente na motivação do time. 4.Consciência social ou empatia O terceiro pilar nada mais é do que a famosa empatia, que pode ser definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro e perceber suas emoções. Em seus estudos, Daniel Goleman identificou que existem três tipos de empatia: Empatia cognitiva: essa empatia vem com a habilidade de entender o sentimento do outro, mesmo sem ter vivido uma experiência parecida. Empatia emocional: já esse tipo de empatia tem relação com o fato de já ter estado no lugar de outra pessoa. Aqui existe uma ponte emocional de vivência. Preocupação empática: por fim, na preocupação empática não há experiência e ou o entendimento da emoção do outro. Ainda assim, tem um interesse em compreender e ajudar. 5.Habilidade de relacionamento O quinto e último pilar é a habilidade de se relacionar com pessoas, afinal, nada adianta todos os outros pilares estarem em dia se na hora de se relacionar isso não aparecer. Através da inteligência emocional, um líder estratégico pode conduzir da melhor maneira vários tipos de situação. Isso inclui ser capaz de influenciar positivamente os sentimentos dos membros de sua equipe, o que transmite para cada liderado a sensação de segurança e compreensão.   Liderança positiva: inteligência emocional na prática   Para concluir, é importante dizer que os três primeiros pilares são pessoais, pois dizem respeito ao relacionamento com seu eu. Já os dois últimos pilares são sobre sua relação com a equipe e podem ser desenvolvidos em conjunto, com uma comunicação transparente e troca de feedbacks. Outro ponto é que todos os pilares têm extrema importância, mas a empatia é o pilar que conecta a relação pessoal com a social. Então, se você gostou de saber sobre os três tipos de empatia e quer saber mais sobre isso, deixe sua opinião logo abaixo. Afinal, ela é como a liga que junta todos os pontos, tornando a sua liderança um absoluto case de sucesso!

9 boas práticas de liderança para aprender hoje mesmo

Liderar é muito mais que bater metas, liderar é inspirar pessoas a buscarem resultados com paixão. São os líderes que transformam um conjunto de normas organizacionais, habilidades técnicas e metas e transformam em execução humana. É fundamental que um bom líder vá além do conhecimento técnico e busque conhecer as pessoas por trás dos crachás. E para compreender a equipe humana, é necessário conhecer práticas de liderança humanizadas. Neste artigo, vou falar de nove habilidades para você colocar em prática hoje mesmo. Você também vai conhecer os impactos positivos nos resultados de uma liderança que tem acesso a profissionalização. Vem comigo. A REvolução da liderança A liderança passou por uma revolução nos últimos anos e mudou muito da forma como era lá atrás. Antigamente, a principal característica de um líder era a autoridade de comando. Ao longo do tempo, os ambientes profissionais passaram por muitas mudanças, graças aos avanços das ciências humanas, como psicologia organizacional, recursos humanos e muito mais. Atualmente a liderança humanizada se tornou uma necessidade crescente nas empresas e os profissionais passam a ser analisados além do conhecimento técnico. As habilidades interpessoais estão em grande foco, pois o equilíbrio de uma liderança profissional e humana é o que traz resultados positivos e de longo prazo. 9 boas práticas de liderança Considerando que liderar não se resume mais a saber comandar, como encontrar o equilíbrio para uma liderança humanizada e estratégica ao mesmo tempo? Através de boas práticas de liderança, é possível inspirar um time sem abrir mão dos objetivos profissionais. É sobre isso que vamos falar a seguir! 1. Alinhamento O alinhamento é a capacidade de garantir que todos na equipe estejam trabalhando em direção aos mesmos objetivos e metas. Também é importante conhecer os talentos e aptidões da equipe, para direcionar melhor cada pessoa em sua área de domínio. Isso envolve a comunicação clara das metas da organização e a criação de uma visão compartilhada, onde todos possam se expressar. 2. Confiança A confiança é indispensável para qualquer relacionamento positivo e não seria diferente com a liderança. Um líder que conquista a confiança de sua equipe tem mais capacidade de influência, resolução de problemas e construção de um ambiente de trabalho saudável. A confiança é uma via de mão dupla e líderes humanizados não abrem mão disso! 3. Contágio positivo O contágio positivo é a capacidade de um líder direcionar a equipe com entusiasmo e alegria. Um ambiente de trabalho positivo e motivador causa bem estar e satisfação, o que leva a melhores resultados. Busque a habilidade de influência positiva e você verá a diferença em poucos dias. 4. Clareza e foco na solução A clareza com a equipe de trabalho é um ponto chave para comunicar metas e desafios, além de ser essencial na confiança. Além disso, a busca do líder humanizado deve ser com foco na solução, não em buscar culpados ou realçar erros e dificuldades. 5. Técnicas de gestão de pessoas Um bom líder precisa ter claro que cada pessoa da equipe é única e requer uma abordagem individual. Conhecer e aplicar técnicas de gestão de pessoas é uma tarefa do líder, pois assim pode compreender as necessidades, motivações e potencial de cada membro da equipe. 6. Feedback construtivo O feedback nem sempre será algo positivo. Se algo não saiu como deveria, é função do líder transmitir a informação. No entanto, mesmo que o feedback seja negativo, é totalmente possível construir a comunicação para que seja recebida como uma oportunidade de melhoria. Da mesma forma, se colocar à disposição para receber feedbacks construtivos cria um ambiente de aprendizado mútuo e colaboração. 7. Comunicação assertiva A comunicação assertiva é a base da liderança humanizada e todas as boas práticas requerem essa habilidade. Líderes que se comunicam de maneira precisa são capazes de transmitir mensagens claras, praticar a escuta ativa e resolver problemas de maneira eficaz. 8. Empatia A empatia é a capacidade de buscar compreender o outro, procurando entender suas percepções e emoções. Mesmo que você não concorde com algo, é importante buscar a compreensão e o acolhimento. Assim, é possível chegar em um ponto confortável para que todos tenham a sensação de pertencimento. 9. Resolução de conflitos Mesmo buscando as melhores práticas de convivência, conflitos são naturais da existência humana e acontecem em qualquer ambiente de trabalho. É importante resolver as disputas de maneira construtiva, ouvindo atentamente, praticando a preocupação empática e buscando um ponto de conforto comum para manter a harmonia da equipe. Impactos da profissionalização do líder A profissionalização dos líderes no campo humano não é positiva apenas para o crescimento pessoal dos líderes, mas também tem impactos na organização: ● Mais produtividade: líderes que reúnem habilidades técnicas e humanas são mais eficazes na gestão do time, o que leva a um aumento na produtividade. ● Retenção de talentos e redução da rotatividade: membros de uma equipe que se sentem valorizados tendem a pensar duas vezes antes de buscar ou aceitar outras oportunidades. ● Cultura organizacional positiva: os líderes que são capazes de manter o ambiente de trabalho saudável constroem uma cultura organizacional positiva, onde os colaboradores se sentem satisfeitos e engajados. ● Maior colaboração: um líder com foco em pessoas tende a construir um ambiente mais colaborativo, onde as pessoas contribuem com ideias e propõe melhorias e busca de novas soluções. ● Alcance de metas e resultados: líderes que reconhecem a importância do time estabelecem uma relação de confiança e engajamento, que favorece o alcance de metas e resultados. Conclusão Líderes que estão em constante profissionalização são capazes de fazer a diferença de várias maneiras. Seja em seu próprio desenvolvimento, na valorização dos membros da equipe ou conquistando resultados importantes para a organização. O investimento na capacitação dos líderes é essencial para a evolução dos negócios e para o fortalecimento de empresas que buscam consolidação no mercado. Sua empresa investe na profissionalização dos seus líderes? Qual a sua opinião sobre isso? Deixe nos comentários abaixo, vamos dialogar!

É possível conciliar CLT e início de negócio?

Quando decidi que queria trabalhar com desenvolvimento de pessoas, vi a oportunidade de praticar algumas habilidades nessa área dentro da empresa que trabalhava, a partir de trazer para a relação com meu empregador transparência sobre minha intenção de crescimento futuro. Minha visão foi calcular e construir uma reserva financeira enquanto atuava paralelamente, usando todo tempo livre pra me dedicar à maturação do negócio, o que eu iria oferecer, fazer testes, atendimentos, estruturar estrategicamente: desde os processos de vendas até os resultados financeiros. Atuar em duas frentes por alguns anos foi bastante desafiador pra mim, porém, absolutamente necessário para que eu ganhasse clareza do caminho a seguir e disponibilidade financeira para investir tanto no negócio como em auto desenvolvimento – já que empreender exige várias habilidades diferentes do trabalho CLT. Existem algumas recomendações que a gente pode verificar se cabem ao nosso caso e ajudam a escolher a melhor forma de realizar esse período transitório na prática. A primeira pergunta que a gente pode se fazer é: Dá pra desenvolver as habilidades que usaremos no nosso negócio, dentro da empresa? Esse é um caminho de ir amadurecendo o negócio aliado à ‘segurança’ da CLT, uma situação em que todo mundo sai ganhando, performando melhor. Outra questão interessante de a gente pensar é sobre: Qual o risco de comunicar nossa intenção para a empresa? Nesse caso, depende de vários fatores, como nosso relacionamento com os gestores, o papel desempenhado, o tipo de negócio pretendido e nossa reserva financeira. Aliás, uma chave importantíssima pra gente ter sucesso nessa questão é construir a reserva financeira que nos garanta certa tranquilidade na transição. Conciliar os dois por um período é desafiador, mas possível: organizando bem o tempo, tendo metas claras e visíveis para não desanimar no caminho porque cansa mesmo e tendo uma data limite e/ou marcos claros para finalizar o período transitório. Se você está pensando em realizar sua transição de carreira ou já está vivendo um momento de mudança e quer apoio, conheça meu serviço de mentoria.  

Como se encontrar profissionalmente e construir uma carreira?

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Aos 17 anos, como muitos, precisei tomar uma decisão de que carreira escolher para seguir. Meus sonhos profissionais eram confusos e passeavam entre estudar Relações Internacionais pra ser Diplomata, estudar Serviço Social pra ser Assistente Social e estudar Administração que me ajudaria a ter melhores oportunidades de trabalho imediatamente. Trabalhava em um escritório de contabilidade desde os 15 e sabia que queria ser qualquer coisa, menos contadora. Como não odiava totalmente o ambiente e as atividades – prática que sempre fui em minhas escolhas – acabei escolhendo Administração, porque entendi que conversava com minhas habilidades conhecidas até aquele momento e era o caminho que eu enxergava como mais possível de prosperar. Construí uma carreira sólida, somando ao extenso conhecimento em contabilidade, especializações na área de Finanças, Controladoria e Auditoria, sempre com salários acima da média do mercado e crescimento rápido. Aos 30 comecei efetivamente minha transição para trabalhar com desenvolvimento de pessoas porque percebi que não tinha mais vontade de crescer dentro da área financeira pra buscar oportunidades fora da empresa que atuava. Mas por que estou contando isso? Recebo muitos relatos de pressão e estagnação em relação a esse tema. O tal propósito é a resposta ao “por que fazemos o que fazemos”, temos autoridade para conceder a profundidade de significado que faça sentido pra gente e não, nem todos precisam perseguir um propósito de alma extraordinário para se encontrar profissionalmente. Eu acredito que a gente se encontra profissionalmente e constrói uma carreira na prática, colocando na balança nossas necessidades, habilidades, demandas do mercado e agindo: atuando no trabalho, dando nosso melhor, estudando e se especializando, até ter condições de fazer mais coisas, diferentes e alinhadas com quem vamos descobrindo que somos no caminho. O que não dá pra fazer é ficarmos parados achando que a carreira ideal vai nos encontrar e só vamos ser felizes quando tivermos o trabalho dos sonhos, pois nossa carreira é construída no movimento. Faz sentido pra você?

Por que mudei?

2021 foi o ano da minha virada. Largar uma carreira de sucesso em uma empresa sólida foi um dos maiores desafios da vida, já que o trabalho pra mim é parte essencial de quem sou desde os 14 anos. Era muito doloroso pensar que deixaria um salário excelente, ótimos benefícios, flexibilidade, estabilidade de 10 anos prósperos, colegas dedicados e atenciosos, lideranças inspiradoras, para desbravar o oceano desconhecido do empreendedorismo e prover tudo isso a mim mesma fazendo algo que amo. Já tive trabalhos péssimos de onde sair foi fácil, pois tinha motivos reais aceitáveis de insatisfação: salário ruim, chefes inconvenientes, conflito de valores. É mais fácil mudar quando a foto é essa, pois a gente costuma conseguir cenários melhores no mercado. Mudei porque descobri novas paixões, nunca antes exploradas, alinhadas com minha essência e que não conseguiria desenvolver dentro da empresa. Tentei atuar paralelamente por algum tempo, mas chegou o momento disso tomar mais tempo da vida e, quando a gente sente esse chamado, permanecer no mesmo é sufocar a alma. Meu processo de transição foi longo e planejado: teve muita auto-pesquisa, desenvolvimento de novas habilidades, investimento de dinheiro e de vida, porque acredito que sair por aí abandonando um trabalho atrás do outro em busca de algo que nem-se-sabe-o-quê é pouco inteligente e tem grandes chances de dar errado. Mas por que estou contando isso? Pra nos inspirar e refletir que mudanças na carreira pensadas estrategicamente nos dão a segurança que precisamos para construir uma nova fase da vida com a tranquilidade que merecemos, pois sim: toda mudança está sujeita a conflitos e crises, mas se estivermos bem preparados, multiplicamos as chances de sucesso. Obrigada por estar comigo nesse caminho. Que venham anos de muita prosperidade e alegria para todos nós!

Você está se sabotando

Já se perguntou o motivo de você desistir dos seus objetivos? Ou por que você tem travado, procrastinado, chegado na sexta-feira “só o pó”, cansada, frustrada, desorganizada, culpada? Há algo na gente, em nossa forma de pensar e entender o mundo, que por vezes não nos deixa avançar. Os pensamentos que geram uma visão distorcida da vida e atrasam nossas realizações chamam-se sabotadores. Existem formas de trabalhar e transformar seus pensamentos para que eles sejam mais úteis e sirvam ao desenvolvimento da sua vida e alcance de melhores resultados. Todo mundo se sabota (eu que escrevo e você que está lendo agora, também). Todos os seres humanos se sabotam, o tempo todo. É da nossa natureza. Com o objetivo de nos proteger de decepções, evitar catástrofes, perigos reais e imaginários: antecedentes para autossabotagem são abundantes. Em algum nível precisamos realmente manter uma dose de medo, ansiedade e percepções “negativas” sobre o mundo. Isso nos mantém vivos. Mas, como driblar os nossos sabotadores para evitar ficar paralisado na vida e conseguir realizar mais? Inspirada em “Conhecimento é Poder”, costumo repetir que “Consciência é Poder”. Consciência é o início de todo e qualquer processo de mudança, pois, se não admitimos a existência de um problema qualquer, se não sabemos que existe algo a ser tratado, como vamos resolvê-lo? Se você consegue perceber que existe algum comportamento atrapalhando seus resultados, mesmo que desconheça exatamente o que é e de que forma resolver, com alegria te informo que o primeiro passo já foi dado: você está no processo de mudança! Após esse passo inicial é preciso que você entenda melhor sobre as formas sutis de auto sabotagem que agem não apenas de forma consciente, mas principalmente de forma inconsciente em sua vida. Existem 9 sabotadores que já foram estudados, classificados e mapeados para te ajudar a melhorar a consciência sobre qual é exatamente o seu problema e como resolvê-lo. Vou te contar quais são: O Insistente – O Prestativo – O Hiper Realizador – O Vítima – O Hiper Racional – O Hiper Vigilante – O Inquieto – O Controlador – O Esquivo Trabalhar a auto sabotagem através do coaching é muito poderoso, pois possibilita que você, além de ampliar a consciência sobre o problema, foque na solução imediata dele, criando um plano de ação eficiente para transformar seus resultados agora mesmo. Baixe o e-book “Pare de Sabotar Sua Vida” gratuitamente para saber mais sobre o assunto e entre em contato para agendar sua Sessão Devolutiva de Auto Sabotagem. Um abraço, Mary.

E se fosse possível?

E se fosse possível… – Fazer escolhas mais assertivas para sua vida pessoal e profissional; – Desenvolver seu estilo de liderança de forma criativa e que te represente; – Entender quem você é com maior profundidade; – Conhecer as expectativas do seu meio; – Criar estratégias para reduzir a dor da expectativa versus realidade sobre o que você pode entregar; – Diminuir a culpa por ser quem é e assumir suas características únicas; – Escolher melhor o que vale a pena ser trabalhado dos seus “pontos fracos”; – Aproveitar suas habilidades naturais no seu trabalho e na vida; – Aprender a utilizar melhor suas potências. Saiba que através da análise de perfil comportamental DISC esses e outros ganhos são possíveis? O teste determina quais características compõem quem você é, levando em consideração os 4 perfis comportamentais: D – Executor ou Dominante I – Comunicador ou Influente S – Planejador ou Estável C – Analista ou Conforme Confira se você se identifica com algum deles: Desbravadora – Impulsionadora – Competidora – Direcionadora – Solucionadora Você é daquelas que vai lá e faz? Gosta de resolver logo, direcionar e talvez já tenha sido taxada de “mandona”? É possível que você tenha o perfil Executor ou Dominante alto. Estimuladora – Influenciadora – Articuladora – Participativa – Comunicativa – Facilitadora Você é do time que adora participar de eventos, falar e estar rodeada de pessoas? Isso é típico de pessoas com perfil Comunicador ou Influente. Moderadora – Acolhedora – Prevenida – Metódica – Planejadora – Estabilizadora Você gosta de planejar tudo?  Adora uma planilha, um controle, agendas, métodos? Fica ansiosa com as coisas “soltas” e sem planejamento? É possível que você tenha o perfil Planejador ou Estável alto. Reguladora – Observadora – Ordenada – Criteriosa – Especialista – Idealizadora Você costuma analisar muito bem as variáveis antes de tomar qualquer decisão? Gosta de se cercar de dados e pesquisas para ter certeza de que está no caminho certo? Provavelmente seu perfil Analista é alto. Embora em momentos distintos possamos nos identificar mais com algumas ou outras características, geralmente temos um ou dois perfis que predominam e determinam a forma como agimos e nos relacionamos. Saber qual é seu perfil é saber como você funciona e usar essas informações valiosas para obter ganhos em todas as áreas da sua vida. Entre em contato para saber mais e realizar seu teste de perfil comportamental. Um abraço, Mary.

5 passos práticos para alcançar resultados em sua vida

Cansei de fórmulas prontas! Pode ser que você já esteja exausta de seguir “passos práticos” e “atitudes mágicas” para mudar sua vida, e quero compartilhar que também já estive nesse lugar de cansaço. Talvez você tenha percebido também, que a maioria dos segredos revelados remetam ao básico: clareza e ação. Quando me dei conta do quão simples e desafiador era colocar em prática realmente, ir ao campo de batalhas, trazendo a responsabilidade para mim – a tal autorresponsabilidade – me senti enganada e revoltada. Enganada, porque na realidade não existe nada muito prático e mágico em qualquer processo de desenvolvimento pessoal. O que traz resultado é esforço, investimento, consistência e resiliência para continuar depois de tantas pancadas que a vida oferece. Ir fundo em nosso autoconhecimento é dolorido: descascar as camadas, retirar as capas que nos ajudaram a driblar tantas situações até o momento, realmente é para poucos. Mas a clareza de que só há desenvolvimento pessoal através desse passo, é fundamental para seguirmos adiante. A revolta com as fórmulas prontas veio logo em seguida. No auge do marketing digital, encontramos soluções rápidas para tudo que desejarmos. Como somos parte da geração suculenta (aquela que cria plantas que precisam de cuidados mínimos, porque o tempo urge e estamos sempre ocupados, embora queiramos ser ambiental e socialmente engajados), caímos facilmente em tudo que promete retorno rápido e com pouco esforço. Com consciência e autorresponsabilidade, entendi que a revolta era comigo mesma, admiti que não havia fórmulas, mas sim, processos e segui adiante. Mas, você entrou no post para saber os 5 passos práticos para alcançar resultados em sua vida e não te decepcionarei, porque, embora eu seja desacreditada de fórmulas mágicas e tenha como objetivo te desacreditar também, entendo a importância dos processos consistentes em nossa vida. E no fim, os processos têm sim algumas estruturas que facilitam o entendimento, então aí vai: 1 – Definir com clareza suas metas: Se você não souber com exatidão o que deseja, que mensagem imprimirá em sua mente, como conseguirá tomar qualquer decisão simples alinhada ao que realmente faz sentido? 2 – Transformá-las em metas inteligentes: É absolutamente necessário colocar especificidade, mensuração, tangibilidade, realidade e tempo para alcançar aquilo que você deseja. 3 – Criar um passo-a-passo claro para cada etapa a ser cumprida: O tal plano de ação. Se você tiver um GPS te guiando com os pontos pelos quais você precisa passar até chegar ao destino, fica muito mais possível. 4 – Seguir o plano, ajustando conforme necessário: Além de seguir o plano, você precisa estar atenta aos ajustes necessários. A vida vai mudando e você vai se adaptando aos cenários, evoluindo. Às vezes você muda tanto que não é mais a pessoa que fez aquele plano. Ajuste para fazer sentido. 5 – Comemorar cada vitória conquistada: Parece balela motivacional, mas é extremamente importante para o nosso cérebro ter processos de início, meio e fim. Para marcar o fim de um ciclo, recompensar nosso esforço e ganhar mais força para novas conquistas, comemorar as vitórias é imprescindível. E se precisar de ajuda para colocar clareza nos seus planos, ou mesmo destravar a prática deles, conte comigo! Um abraço, Mary.