Seja seu próprio líder: 7 passos que mudam o jogo

Mulher em ambiente profissional, sentada, com expressão reflexiva e mãos cruzadas na frente do rosto.

Você costuma cuidar bem de você? Sabe gerenciar o seu tempo de maneira saudável? Tem iniciativa e costuma pensar fora da caixa? Muito se fala em liderança positiva, mas afinal, o quão positiva está sua autoliderança? O primeiro passo para uma liderança eficaz começa com a capacidade de liderar a si mesmo. A autoliderança envolve autoconhecimento, crescimento pessoal, resiliência e habilidades para enfrentar desafios pessoais e profissionais com humanidade. Hoje eu vou falar de sete passos essenciais da autoliderança para quem deseja exercer uma liderança positiva, mas antes de tudo, ter uma vida inspiradora. Vamos lá? 1.Cumprir acordos pessoais O primeiro passo em direção a autoliderança é a capacidade de cumprir os seus acordos pessoais. Isso demonstra integridade e responsabilidade com você mesmo, através da autodisciplina.  Ao ser capaz de definir suas metas e objetivos e criar estratégias para alcançá-las você exercita a determinação. Além disso, você também fortalece a autoconfiança, característica que faz toda a diferença para um bom líder.  2.Autocuidado  Quem é líder está acostumado ao sentimento de cuidar dos seus, de sua equipe, do time, dos resultados, etc. Isso pede uma dedicação adicional em relação às interações humanas com a equipe.  No entanto, essa habilidade pode fluir mais facilmente com pessoas que praticam o autocuidado, dedicando atenção também para si. Até porque não tem como ser capaz de cuidar bem de alguém sem cuidar bem de si mesmo. Em algum momento, a falta de cuidado com alimentação, descanso, equilíbrio e bem estar em geral pode afetar a maneira como você se dedica ao trabalho e a relação com seus liderados. 3.Resiliência Sabe aquela pessoa que desanima fácil e qualquer coisa que sai do planejado já é motivo para desânimo total? Pois é, se você quer ser um bom líder, fuja dessa atitude.  Veja bem, existe uma equipe com os olhos em você, sendo coordenada por você. Você é como um maestro conduzindo uma orquestra.  Na autoliderança você pode praticar a resiliência, procurando administrar positivamente suas emoções, tanto nas horas boas como nas horas mais desafiadoras.  Ao ser capaz de usar isso para sua própria vida, será mais fácil transbordar essa habilidade diante da sua equipe. Você só tem a ganhar, não é mesmo?!?  4.Bom humor e positividade Assim como manter a resiliência é importante na autoliderança, o bom humor e a positividade também tem o poder de transformar o clima ocupacional.  Um líder que é capaz de manter a pose, não descer do salto e agir positivamente consegue ver novas maneiras de solucionar um impasse.  Adicione uma pitada de bom humor e você vai ver como os problemas parecem menores e você fica maior diante deles.  Seja na sua própria relação interpessoal ou na relação com a sua equipe, essas habilidades podem ser capazes de tornar o ambiente muito mais harmonioso e produtivo. 5.Aprendizado contínuo O quinto passo para a autoliderança requer humildade. Afinal, não importa o quanto você estude, adquira conhecimento e seja um especialista no que faz.  A vida como um todo é uma jornada contínua, não há ápice ou linha de chegada, a não ser o próprio fim da existência.  Ter essa consciência positiva vai te ajudar a encarar melhor as falhas e aprender com o processo contínuo da liderança. A busca constante por aprendizado e melhoria é uma característica inspiradora e admirável.  6.Autoanálise e crescimento O passo anterior nos traz até aqui, pois a auto análise é essencial para o crescimento. A habilidade de olhar para si com empatia e sinceridade é uma diretriz para definir as oportunidades de melhoria.  É importante ser gentil consigo mesmo e se analisar sem culpa, sempre usando de honestidade e transparência. Lembre-se que identificar pontos de melhora é algo positivo e que proporciona crescimento pessoal.  Exercitar isso com paciência e gentileza na sua relação consigo mesmo vai te capacitar para fazer o mesmo com seu time.  7.Protagonismo O sétimo passo é o protagonismo. Essa é uma capacidade absoluta dos líderes de sucesso e envolve sair da plateia e participar ativamente dos acontecimentos.  No entanto, ela começa na relação consigo mesmo, quando assumimos o posto de escritores da nossa história, tomamos a iniciativa e abraçamos a responsabilidade por nossos resultados.  Essa habilidade de saber conduzir sua vida se transfere para a habilidade de conduzir uma equipe em direção aos resultados, propondo ações e incentivando seu time a agir com a mesma energia.  A autoliderança como ferramenta de inspiração A maneira como nos apresentamos diante de nossas vidas diz muito sobre como vamos nos apresentar diante das pessoas com quem interagimos. Isso vai desde a nossa postura corporal como também ao estado de espírito que mantemos diante dos fatos.  A autoliderança é a capacidade de conduzir tudo o que somos, o que nos define como seres humanos. Existe uma premissa que diz que, mais do que palavras, as pessoas são inspiradas por exemplos.  Então, se você quer conquistas significativas em sua liderança, começar a auto liderar sua própria vida pessoal e profissional é uma maneira natural de conseguir resultados positivos com sua equipe.  E você, o que pensa sobre a autoliderança e seus impactos? Quer melhorar os seus resultados? Entre em contato comigo e conheça meus treinamentos para líderes e gestores potentes! 

5 estratégias validadas para gerenciar equipes no período de festas

Pessoas com toucas de natal em ambiente decorado. Elas estão sorrindo e brindando em jum ambiente aparentemente corporativo.

Quando o fim de ano chega ficamos naturalmente mais propensos às distrações devido a chegada das festas. Neste período, manter a produtividade sem perder o espírito de alegria pode ser um desafio para muitos gestores. Mas uma gestão eficiente tem como principal propósito manter a harmonia em todas as épocas e saber como gerenciar esse momento é essencial para a saúde do time. Por isso, separei algumas dicas valiosas para você atingir o equilíbrio ideal entre a produtividade e a celebração que as festividades nos trazem! 1. Comunicação transparente Um bom gestor não deixa nada nas entrelinhas, por isso, aumente a transparência na comunicação com o time nesse período. Informe sobre os horários de final de ano, metas, mudanças na operação e sobre as expectativas para o período. Ouça seus liderados, reconheça suas necessidades pessoais e demonstre empatia com relação às necessidades familiares de cada um. Se possível faça isso com o máximo de antecedência, pois isso vai permitir que você faça os ajustes necessários sem abrir mão da produtividade. 2. Flexibilidade a serviço da eficiência Sempre que possível seja flexível, ofereça possibilidades de horários, entregas e até mesmo trabalho remoto, se essa for uma realidade dentro da sua organização. Isso demonstra confiança na sua equipe e empatia pelas situações individuais de cada membro do time. Lembre-se de deixar bem claro que essa confiança é uma via de mão dupla e os resultados precisam acontecer conforme o esperado; busque com seu time a melhor maneira de atingir as metas estabelecidas sem desrespeitar as particularidades de cada um. 3. Distribuição justa de tarefas Distribuir as tarefas de maneira justa e igualitária traz um senso de pertencimento e unidade para o time. Além disso, essa atitude evita sobrecarregar alguns enquanto outros ficam com uma carga mais leve. Seja empático e entenda os pontos fortes e pontos de melhoria de cada pessoa, a fim de despertar o melhor de cada um pelo resultado final, dentro do que é possível e esperado pela organização.  4. Reuniões mais objetivas O tempo é sempre valioso, mas neste período fica ainda mais escasso, portanto focar em reuniões mais curtas e objetivas é uma boa estratégia. Além de cansar menos os membros da equipe, todos podem focar no que é mais necessário e aproveitar o tempo de forma útil e eficaz. 5. Celebre os resultados O período de final de ano é naturalmente uma época de gratidão, união e calor humano. Aproveite o clima para reunir o time e celebrar as conquistas ao longo do ano. Mantenha a positividade e a empolgação e reconheça as boas ações de cada membro e da equipe como um todo. Dessa maneira, mesmo com o tempo mais curto e com as preocupações individuais de cada um, o time se mantém engajado e com a sensação de pertencimento e contribuição em alta.

Como administrar as férias do time: o guia do gestor inteligente

Homem com expressão preocupada diante de um computador. Ele está em um ambiente profissional e representa os gestores preocupados em gerir da melhor forma os pedidos de férias da equipe

Um dos desafios mais arrepiantes dos gestores é administrar os pedidos de férias de seus liderados sem deixar ninguém descontente. Esse desafio fica ainda mais evidente no período de final e começo de ano, que é uma das épocas mais desejadas por quem gosta de tirar férias e viajar. Cada pessoa do time tem sua participação nos resultados desejados e garantir que a ausência seja suprida de maneira eficiente também é uma tarefa que requer atenção. Pensando nisso, hoje eu trouxe algumas dicas práticas e eficientes para ajudar gestores e líderes a administrar as férias do time sem sobrecarregar ninguém e garantindo a eficiência da equipe. 1. Transparência e comunicação Um grande erro de gestores e empresas é não ter clareza nos processos para férias dos colaboradores. É preciso ter organização desse processo para evitar correria, problemas trabalhistas e insatisfação da equipe. Mais do que isso, é preciso deixar a informação clara e transparente a todos, então, como gestor, comunique os membros da equipe sobre como as coisas funcionam.  Além disso, é importante manter todos informados sobre as metas individuais e coletivas, evitando a distração que a “contagem regressiva” para as férias costuma trazer. Fazer uma revisão de entregas e um balanço anual é importante. Procure fazer disso um diálogo aberto, onde tanto você quanto os liderados possam expressar o que pensam sobre os resultados e o que esperam para o próximo ciclo. 2. Planejamento antecipado Nenhum plano de contingência supera o planejamento antecipado. Incentive o seu pessoal a planejar as férias com antecedência, informando tanto você quanto o setor responsável. Essa simples ação ajuda você a se organizar para o período de ausência e também ajuda o colaborador a se desconectar completamente no período de descanso. Trabalhem juntos para deixar as coisas em ordem tanto quanto for possível.   3. Plano de contingência Falando em deixar as coisas em ordem, a melhor maneira de fazer isso é através do famoso plano de contingência, que pode ser um aliado e tanto na hora de organizar as férias do seu pessoal. É importante que você como gestor saiba ouvir os seus liderados para juntos encontrar uma rotina em que seja possível adiantar o que for previsível. É importante também pensar em imprevistos possíveis, ou seja, situações que não ocorrem com frequência, mas que se ocorrerem durante a ausência do colaborador responsável, você ou outro membro da equipe possam resolver sem maiores problemas. 4. Aproveite a tecnologia A tecnologia está aí, avançando rapidamente para melhorar nossas vidas. Considere usar ferramentas de recursos humanos, aplicativos e agendas que facilitem a gestão de férias dos seus liderados. Busque manter canais de comunicação rápida com o time, a fim de revisar metas, entregar feedbacks e manter a comunicação mais fluida. Sistemas como Notion e Trello são boas sugestões para manter a comunicação interna e os processos em andamento sempre à vista . 5. Respeite o bem-estar de todos Não estamos falando apenas de gestão, estamos falando também de pessoas, com sentimentos, emoções e ambições. Considerar que todos precisam estar bem, descansados e equilibrados é importante para o sucesso de todos.  Isso também inclui a sua liderança, as metas e performance do time, além de claro, melhorar a qualidade de vida das pessoas e a satisfação em pertencer a esse grupo. Respeitar o período de descanso das pessoas é essencial para que todos se sintam valorizados e reconhecidos enquanto ser humano nos ambientes corporativos. Colaboradores descansados, time feliz e produtivo Esses pontos são um caminho inicial que você pode trilhar com seu time para administrar as férias de todos de maneira saudável e eficiente. Promover o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é uma forma sutil de mostrar que cada pessoa tem seu valor. Seja um líder que inspira, que motiva e que guia a sua equipe para o sucesso em todas as áreas da vida. Colaboradores que estão felizes emocionalmente são capazes de entregar resultados melhores do que aqueles que se sentem sobrecarregados. Faça uma reflexão sobre isso e me conte nos comentários: qual sua melhor estratégia para gerir a ausência dos colaboradores? Quais as dificuldades que você percebe que as empresas enfrentam neste assunto? Vamos trocar figurinhas e melhorar a nossa experiência no ambiente profissional!

Dream Team: das quadras americanas para o seu escritório

Dream Team: expressão usada para definir a equipe dos onhos

Dream Team, ou time dos sonhos, é uma expressão bem presente nos ambientes corporativos, sejam físicos ou virtuais (como aqui no LinkedIn).  No entanto, a origem dessa expressão vem do esporte, mais precisamente, do basquete americano.  A tradução literal significa time dos sonhos, que convenhamos, é o desejo de todo profissional que lidera pessoas!  Hoje eu vou te mostrar algumas ações para você colocar em prática e conquistar o seu próprio dream team!  Origem da expressão Dream Team Nas Olimpíadas de 1992 em Barcelona os Estados Unidos formou uma seleção com os melhores atletas da NBA, incluindo Charles Barkley e Michael Jordan.  O resultado foi avassalador: o país conquistou o primeiro lugar sem perder sequer uma partida!  Embora tenha contado com atletas de alta performance, essa seleção contou também com estratégias internas, como cooperação, liderança, empatia e comunicação.  Diante de tamanho sucesso, a seleção ganhou o apelido de Dream Team, ou time dos sonhos, se tornando um case de sucesso para outras equipes, incluindo fora da área esportiva.  Características de um Dream Team Ao contrário do que você pode pensar, um dream team não é formado por pessoas que pensam parecido e concordam em tudo.  Ao contrário, uma das características mais interessantes desse time é que cada pessoa traz habilidades e visões diferentes.  No entanto, os objetivos finais são os mesmos e por isso a diversidade se complementa formando uma equipe perfeita!  Algumas das demais características são as famosas soft skills mais desejadas no mercado de trabalho: empatia, respeito, gestão emocional, boa comunicação, capacidade de trabalhar em equipe, alta adaptabilidade, confiança e claro, liderança inspiradora!  É aí que você gestor e líder entra no processo, e acredite, seu posicionamento é o que dá liga em todas essas peças.  Como você pode transformar sua equipe em um Dream Team Quem não quer um dream team, não é mesmo? Ter uma equipe de alta performance, que consegue atingir os objetivos e superar desafios juntos é o objetivo de todo gestor.  Pensando nisso eu vou listar aqui algumas atitudes que você pode ter para transformar (ou manter) o seu dream team: Respeito à diversidade: pessoas são diferentes e não estou falando só das características polêmicas. Procure incentivar e entender as características e formas de pensar de cada pessoa e busque usar isso para equilibrar sua equipe.  Comunicação transparente: a sua transparência e franqueza como líder vai refletir diretamente na comunicação entre os membros da sua equipe. Comunique com clareza, alinhe expectativas e não deixe nada subentendido.  Objetivos compartilhados: deixe sua equipe sempre ciente dos objetivos que vocês estão buscando e incentive as novas ideias para alcançá-los. Você pode usar ferramentas de grupo como o Kanban e o Brainstorming para isso.  Confiança: conheça bem os seus colaboradores, pois isso vai ser bom para sua confiança em cada um deles. Respeite cargos, atribuições e incentive o seu pessoal a se apoiarem nas tarefas.  Trabalho em equipe: não se isole como gestor, faça calls, reuniões, peça opinião, mostre que você valoriza o que eles pensam e incentive que eles façam essa troca entre si.  Criatividade: falando em valorizar o que eles pensam, promova a criatividade e novas maneiras de pensar e resolver problemas. A inovação é a chave para se diferenciar e aumentar a confiança da equipe. Ambiente saudável: por último, mas igualmente importante, promova um ambiente emocionalmente saudável. Pratique a gestão emocional na sua liderança, seja empático com as emoções das pessoas e incentive o autocuidado com a saúde mental.  Coloque em prática essas sete dicas e veja como você pode ser o próximo líder e integrante de um dream team! É importante ter consistência, pois a transformação não vai acontecer da noite para o dia.  E se você já faz parte de um dream team, vale reforçar esses comportamentos para manter e melhorar cada vez mais sua convivência com o time.  Além disso, se você quer se tornar um gestor melhor, siga o meu perfil aqui na rede e confira meus conteúdos.  Estou sempre trazendo conteúdo atualizado e tutoriais práticos para você se tornar o líder inspirador que o seu #dreamteam merece!  Um abraço, e até a próxima! 

Desenvolvimento de novos líderes: identificando talentos para cargos de gestão

Pessoas em uma sala de reunião recebendo treinamento de líderes

Estudos recentes publicados na Harvard Business Review mostram um dado alarmante: cerca de 80% dos líderes falham nos primeiros 18 meses da função.  Complementando essa informação, uma pesquisa da Gallup indica que apenas 10% dos colaboradores estão efetivamente preparados para assumir cargos de gestão dentro das organizações. O principal motivo por trás desses números preocupantes é a falta de capacitação e investimento no desenvolvimento das funções de liderança.  Hoje, vou te mostrar porque o desenvolvimento de novos líderes é fundamental para garantir a continuidade e o crescimento dos negócios. Também vou te mostrar um guia de ações para criar um PDL eficiente e aplicável na sua empresa. Fique até o final e confira!   O que é o Plano de Desenvolvimento de Líderes O PDL pode ser visto como uma evolução natural do Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), servindo como ponto de partida para a identificação e formação de novos talentos em cargos de gestão.  Esta estratégia resolve diversos desafios de Recursos Humanos, como a intensa competição por líderes qualificados no mercado. Ao investir no desenvolvimento interno, sua empresa não apenas reduz tempo e recursos gastos na busca por talentos externos, mas também cria um ambiente organizacional que naturalmente motiva os colaboradores a buscarem o aprimoramento de suas habilidades. Benefícios tangíveis do PDL Entre os benefícios palpáveis do desenvolvimento de novos líderes, posso destacar três que são de grande interesse e relevância para as organizações:  Redução de custos de recrutamento externo Aumento da produtividade e eficiência operacional Melhoria nos indicadores de desempenho financeiro Benefícios intangíveis do PDL Já os benefícios imateriais do desenvolvimento de novos líderes internamente envolvem:  Fortalecimento da cultura organizacional Aumento da moral e engajamento dos funcionários Melhoria na retenção de talentos Como identificar novos líderes em potencial É um erro pensar que líderes nascem prontos. Embora algumas pessoas possam demonstrar uma aptidão natural para liderança desde cedo, esta é uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida. Para identificar potenciais líderes, é crucial observar tanto as habilidades técnicas quanto as competências interpessoais, conhecidas como soft skills.  Comunicação clara, empatia, inteligência emocional e capacidade de trabalho em equipe são características essenciais a serem consideradas. O PDI é o ponto de partida neste processo, ajudando a criar um pool de talentos e direcionando investimentos para o desenvolvimento desses colaboradores promissores. Ações indispensáveis para o desenvolvimento de novos líderes Vamos falar agora de estratégias que você deve aplicar a partir da criação de um pipeline de talentos em potencial.  Programas de mentoria: estruture cuidadosamente programas que permitam a transmissão de conhecimento e experiência, selecionando mentores adequados e oferecendo-lhes o treinamento necessário. Rotação de funções: planeje experiências que permitam aos potenciais líderes trabalhar em diferentes áreas da empresa, equilibrando desafios e suporte adequado. Treinamentos formais: foque no desenvolvimento tanto de habilidades técnicas quanto de soft skills, utilizando métodos modernos de aprendizagem como microlearning e gamificação para maior engajamento. Projetos desafiadores: atribua projetos estratégicos importantes a potenciais líderes, criando oportunidades para que liderem iniciativas multidisciplinares. Cultura de desenvolvimento contínuo O desenvolvimento de novos líderes não deve ser visto como uma ação isolada, mas sim como uma característica da cultura organizacional.  Ao incorporar essa prática de forma contínua, sua empresa estará sempre preparada para enfrentar mudanças de mercado, aproveitar oportunidades de crescimento e superar desafios internos. Investir no Plano de Desenvolvimento de Líderes é uma decisão estratégica que pode transformar significativamente o desempenho e a competitividade da sua organização. Então, me conta, a sua empresa já investe em um PDL estruturado? Quais aspectos você considera indispensáveis nesse processo?  Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários. Se este conteúdo agregou valor à sua visão sobre desenvolvimento de liderança, considere compartilhá-lo com sua rede. Conto com você para elevar o nível da liderança nas organizações! 

Gestão de conflitos: as 10 melhores estratégias!

Três homens em ambiente de trabalho tendo uma discussão

Se tem uma coisa que a maioria das pessoas detesta é o conflito. Então, eu não vou romantizar aqui ou tentar fazer você acreditar que isso é bom.  Mas uma coisa é certa: conflitos são inevitáveis. Adotar uma gestão colaborativa é o melhor caminho para contornar situações desafiadoras e deixar o saldo positivo.  Nesse bate papo de hoje, vou te mostrar 10 passos da gestão de conflitos colaborativa que você pode aplicar em qualquer situação.  Continue a leitura e veja como isso pode ser mais fácil do que parece!  Passo 1: Encare o conflito de frente Primeiro de tudo, não fuja do problema! Muita gente tem medo de conflito e tenta varrer pra debaixo do tapete.  Mas isso só piora as coisas. Como líder, você precisa encarar o conflito de frente o quanto antes e resolver. Passo 2: Ouça todo mundo Quando houver um desentendimento entre membros da equipe, a primeira coisa a fazer é ouvir todas as partes envolvidas.  Pratique a escuta ativa e preste atenção de verdade. Deixe cada um contar sua versão da história sem interromper. Passo 3: Fique neutro É fácil tomar partido, mas como líder, você precisa agir com total imparcialidade. Não deixe suas preferências ou pontos de vista pessoais interferirem. Trate todo mundo com o mesmo respeito e consideração. Passo 4: Foque no problema, não nas pessoas Muitas vezes, o conflito vira uma briga pessoal, trazendo mais tensão para o ocorrido e consequências mais graves.  Seu papel é trazer a conversa de volta pro problema real. Em vez de “Fulano fez isso”, mude para “Como podemos resolver essa situação?”. Faça mais perguntas do que afirmações e evite acusações a todo custo.  Passo 5: Busque o terreno comum Mesmo nas maiores discussões e divergências, sempre tem algo em que as pessoas concordam.  Seu trabalho é achar esse ponto em comum e usá-lo como base para construir uma solução. Use frases como “ambos concordamos que…” e faça disso o ponto de partida para um consenso satisfatório.  Passo 6: Estimule a colaboração Transformar o conflito numa oportunidade de trabalho em equipe é um desafio, mas não é impossível.  Peça que as pessoas envolvidas proponham soluções juntas. Isso ajuda a criar um senso de propriedade (e também responsabilidade) sobre a resolução. Passo 7: Seja criativo A liderança é um cargo que pede criatividade, pois muitas vezes, a melhor solução não é a mais óbvia.  Encoraje sua equipe a pensar fora da caixa. Quem sabe uma ideia fora da curva não resolve o problema de um jeito que ninguém esperava? Passo 8: Aprenda com a experiência Depois que o conflito for resolvido, não é hora de esquecer tudo. Quando os ânimos acalmarem, faça uma reunião para discutir o que aconteceu.  O que deu certo? O que poderia ter sido melhor? Use essas lições para evitar problemas futuros. Se a situação for muito grave, converse em particular com cada pessoa para não causar uma exposição.  Passo 9: Crie um ambiente aberto No dia a dia, cultive um ambiente onde as pessoas se sintam à vontade para expressar opiniões diferentes. Quanto mais aberta e transparente for a comunicação, menos chance de conflitos surgirem do nada. Passo 10: Dê o exemplo Uma liderança inspiradora vem pelo exemplo. Mostre como lidar com discordâncias de forma madura e construtiva.  Se você mantiver a calma e for respeitoso mesmo nos momentos tensos, sua equipe vai seguir o exemplo. Você pode gostar de ver: Comunicação: como compreender para ser compreendido Não é bom, mas não é tão ruim Conflitos não são desejados, mas são inevitáveis e não precisam ser desastrosos. Eles podem servir para mostrar o que pode ser melhorado nas suas práticas de liderança e no entrosamento da equipe.  É a gestão colaborativa que vai trazer essa capacidade de extrair lições positivas de momentos desafiadores.  Muitas equipes se tornam ainda mais fortes e unidas depois de um gerenciamento positivo de conflitos. O segredo é saber conduzir a situação e aprender com ela. E aí, o que você acha? Tem alguma dessas dicas que você já usa? Ou alguma que você acha que seria difícil de aplicar na sua equipe? Me conta!

Aplicação prática da 5W2H na liderança

Quem é gestor ou líder de equipe sabe que os processos cotidianos são vários e usar ferramentas de apoio na organização prática de tantas tarefas pode ser uma ajuda e tanto. Uma das ferramentas que eu indico e uso no meu dia a dia é a famosa 5W2H.  Com ela é possível planejar todas as tarefas importantes de um projeto, de uma equipe e até mesmo criar um planejamento eficiente para atingir as metas do ano.  No artigo de hoje vou explicar o que é a 5W2H e como você pode usar a ferramenta de maneira prática no seu dia a dia como líder e gestor de pessoas. Continue a leitura e descubra como tornar sua gestão mais prática e eficiente.  O que é a 5W2H A ferramenta 5W2H é uma metodologia japonesa criada por Taiichi Ohno e Eiji Toyoda no ano de 1950. Ela traça um caminho de 7 passos para executar uma ação, criando um mapa prático para qualquer atividade.  Esses passos estão em inglês e agora você vai descobrir o que significam e como eles dão nome a ferramenta.  Os 5W: What (O que?): sua meta, objetivo, ou tarefa a ser executada; Where (Onde?): onde a ação deverá ser executada; Why (Por que?): motivo e benefícios que a ação traz; When (Quando?): espaço de tempo em que a ação deve ser realizada; Who (Quem?): quem são as pessoas responsáveis por executar a ação. Os 2H: How (Como?): listar o processo usado para realizar a ação; How much (Quanto?): valor de custo da execução ou implementação da ação. Como usar a 5W2H no dia a dia A 5W2H é uma ferramenta lembrada sempre para projetos grandes e importantes, mas a aplicação dela é tão ampla que você pode usar até mesmo para executar tarefas simples.  A aplicação prática da 5W2H funciona tanto para mapear e transformar as atividades em um passo a passo simples, como também ajuda a fixar na memória o que precisa ser feito.  Além disso, ela é ótima para gerenciar atividades em grupo, principalmente quando feita no Google Planilhas (Sheets) e disponibilizadas para todos na equipe.  Veja um exemplo prático: suponha que você e sua equipe precisam de mais leads para converter em vendas. Vocês definiram para isso uma estratégia usando as redes sociais da empresa. Você pode criar uma planilha usando a 5W2H da seguinte maneira:    What (O que?): mapear os seguidores das redes sociais e identificar pessoas que se encaixam no público alvo das nossas soluções; Where (Onde?): redes sociais com foco no público local da empresa; Why (Por que?): aproveitar o tráfego orgânico para transformar seguidores em compradores; When (Quando?): primeira quinzena de maio; Who (Quem?): equipe de marketing e social media; How (Como?): tirar um relatório dos seguidores e analisar um a um quem está no local desejado e avaliar se estão no perfil do público alvo. Depois, enviar para o setor comercial para entrar em contato com essas pessoas na intenção de apresentar a organização e benefícios dos nossos serviços.  How much (Quanto?): tempo.  Note que a ferramenta deixa as tarefas mapeadas de maneira que fica muito mais fácil executar e gerir a tarefa, deixando claro quem deve executar a ação, como e o prazo desejado.  Combinando a 5W2H com outras ferramentas Outra maneira eficiente de tornar sua gestão ainda mais organizada é combinar a aplicação da 5W2H com outras ferramentas, como o brainstorm e a análise SWOT, por exemplo.  Enquanto a tempestade de ideias ajuda o time a listar as melhores ideias para resolver um problema, a análise SWOT aplicada a liderança te ajuda a identificar pontos fortes e fracos da situação, além de indicar as pessoas certas para resolver.  Por fim, basta aplicar a 5W2H para as iniciativas escolhidas pela equipe e você terá um plano de ação eficiente para alcançar os objetivos.  Não esqueça de disponibilizar esse plano de ação a todos os envolvidos e usar estratégias de liderança para manter todos engajados na execução dos projetos.  Você tem alguma dúvida sobre a aplicação da 5W2H? Essa ferramenta faz parte do seu planejamento estratégico ou você utiliza outros meios para mapear suas tarefas? Deixe seu comentário abaixo e vamos interagir.  E se você quer descobrir dicas práticas para melhorar seu desempenho como gestor de pessoas, siga meu perfil. Você também pode gostar de ver: 5 passos para criar um planejamento coletivo de sucesso e Gestão de metas: 8 dicas para envolver sua equipe de maneira natural. 

Top 3 ferramentas gratuitas de gestão de pessoas

Você sente que precisa otimizar os seus processos e ter mais tempo para se dedicar à equipe?Você quer deixar seu dia a dia mais organizado e melhorar a comunicação com seu time? Então você precisa conhecer essas três ferramentas que eu uso no meu dia a dia e que podem te ajudar demais na gestão de pessoas.  A melhor parte é que todas tem uma boa versão gratuita, então você pode testar cada uma delas hoje mesmo e já começar a otimizar o seu tempo. Vamos descobrir quais são essas ferramentas?  1. Planilhas do Google  A primeira é a minha queridinha! Eu sou fã do Excel pois usava muito na área de finanças, então eu sou apaixonada por planilhas. As planilhas do Google, ou Google Sheets, são ainda melhores, pois são online, compartilháveis para todo o time e você pode editar de onde estiver.  Você pode criar planilhas para organizar e localizar informações como folhas de presença, criar orçamentos diversos, planos de desenvolvimento individual (PDI), gerenciar listas de colaboradores, criar gráficos de desempenho, gerenciar e filtrar dados, calcular métricas de Recursos Humanos e muitos outros aspectos de gestão de pessoas.  Além disso, as planilhas do Google também são úteis para criar brainstorming, análise SWOT e planos de ação com a 5W2H, ferramentas que venho trazendo aqui no meu perfil de maneira prática para ajudar você nos processos diários.  2. Trello O Trello é excepcional também, ótimo para gerenciar as tarefas da equipe de qualquer lugar, tanto para o trabalho remoto como para o presencial. Ela tem várias opções de criação de quadros e você pode criar fluxos de trabalho conforme a sua necessidade.    Um dos templates mais populares são os quadros baseados na ferramenta Kanban, que apresenta colunas e tarefas em cartões coloridos. Você pode adicionar todos os membros da equipe, delegar tarefas através dos cartões, definir os prazos, criar checklists das atividades, acompanhar processos de recrutamento e seleção, integração de novos membros na equipe, treinamentos e muito mais.  Existem diversos templates, que podem ser usados por equipes de todos os tamanhos e até mesmo para você, na sua organização pessoal e individual. O Trello tem versão paga, mas a gratuita conta com tantas funcionalidades que sinceramente, nunca vi a necessidade de assinar!  3. Google Forms Por fim, a terceira ferramenta gratuita que eu gosto bastante é o Google Forms. Você que é gestor pode coletar feedbacks, realizar pesquisas de clima organizacional, avaliações de desempenho, extrair opiniões sobre iniciativas e ideias, solicitar diversas informações dos colaboradores e muito mais.  Através dos formulários que você pode criar de forma personalizada para o que precisar, você pode analisar os dados coletados e tomar decisões informadas e com base no que o seu time tem a dizer.  Além disso, o Google Forms ainda pode ser usado em ações externas, como pesquisa de satisfação dos clientes e parceiros, pesquisa de mercado, implementação de novo produto ou solução, etc… Essas são três ferramentas para otimizar processos que eu uso bastante no seu dia a dia e você também pode aproveitar as versões gratuitas hoje mesmo. Organizar as tarefas de maneira prática e compartilhável é essencial para otimizar o seu tempo e o de sua equipe.  Assim, sobra mais tempo para você focar no desenvolvimento de pessoas e conduzir o seu time em direção aos melhores resultados, não é verdade? Para mais dicas como essas, você pode seguir o meu perfil aqui no LinkedIn e acompanhar de perto todas as novidades.  Você usa alguma dessas ferramentas ou conhece outras que são úteis no seu dia a dia? Conte aqui nos comentários e marque um colega que você acha que também pode gostar do conteúdo.

Brainstorming: 5 dicas para usar a ferramenta no planejamento estratégico

Pessoas sentadas em uma sala de reunião conversando

Você costuma envolver a sua equipe no planejamento estratégico? Sabia que esta prática aumenta o envolvimento na entrega de metas e objetivos? O brainstorm, também conhecido como tempestade de ideias, é uma técnica excelente para unir o time e gerar soluções inovadoras. Trata-se de uma reunião descontraída para discutir um problema ou ação específica, possibilitando que todos participem e contribuam com várias ideias.   A grande sacada é que o ambiente de união e inclusão estimula o pensamento criativo, explorando todas as possibilidades e facilitando a busca pela melhor saída. Mesmo que inicialmente algumas ideias pareçam inadequadas, o simples fato de pensar em grupo costuma apresentar soluções melhores, refinadas e promissoras.  Outro benefício é que essa ação coletiva promove união e sensação de pertencimento, o que é uma premissa social importante para garantir o comprometimento de todos com os objetivos a serem alcançados. Quando você participa da construção de algo, a sensação é de que aquilo te pertence, aumentando o envolvimento direto com a ação.  O melhor de tudo é que essa é uma técnica bem fácil de aplicar, independente do tamanho da sua equipe, do objetivo e do problema a ser resolvido. Eu me chamo Mariely Thamara e neste artigo vou compartilhar 5 dicas práticas para usar o brainstorm e extrair as melhores soluções para o seu dia a dia, seja como gestor em uma empresa ou para liderar as atividades no seu negócio.  Dica nº 1: defina o objetivo do encontro com clareza Em primeiro lugar, defina o objetivo exato do brainstorm. Você precisa otimizar um processo existente? Encontrar a melhor maneira para resolver um problema? Ou criar um planejamento estratégico para alcançar uma meta? Antes de marcar a reunião, é preciso ter em mente aonde você quer chegar e isso também precisa ficar claro para o time. Quanto mais direcionado o brainstorm estiver, melhores serão as ideias apresentadas e melhor será o resultado final. Dica nº 2: comunique o time com antecedência Se você quer bons resultados, não pegue sua equipe de surpresa com uma reunião de ideias, a menos que seja uma situação emergente. Comunique com antecedência sobre o encontro, deixando claro o objetivo definido e o que espera de seu time. Estimule as pessoas a estarem preparadas e motivadas para contribuir. É importante que a sua comunicação aqui não seja agressiva e sim, convidativa, tornando o evento algo desejado.  Dica nº 3: crie um ambiente encorajador O local da reunião de brainstorm também é importante. Escolha um lugar tranquilo, sem distrações e que acomode todo o time com conforto.   Além disso, deixe o clima agradável e mantenha um tom de conversa descontraído e amigável, sem perder o foco. É importante que todos se sintam à vontade para dar ideias, sem julgamentos e sem críticas.  Dica nº 4: lidere pelo exemplo Se a sua equipe está acostumada com reuniões participativas ou se já existe um entrosamento, provavelmente não haverá dificuldade com a iniciativa em dar ideias. No entanto, se houver uma timidez no início ou pessoas novas no time, vale dar o exemplo expondo ideias e participando de igual para igual.  Um detalhe importante: evite dar dicas muito técnicas ou complicadas no início para que o tiro não saia pela culatra. As pessoas podem ficar intimidadas, evitando participar por medo de falar algo “errado”.  Dica nº 5: encerre com um plano de ação Por último, mas não menos importante, é essencial desenvolver um plano de ação utilizando as ideias que se apresentaram mais eficientes e serão adotadas pelo time. A ferramenta 5W2H é excelente para definir as estratégias de maneira organizada e prática e pode ser feita durante ou após o brainstorm.  É positivo que o plano de ação seja feito juntamente com todos da equipe, pois complementa a questão de envolvimento e engajamento de cada pessoa, bem como deixa claro o papel e importância de cada um para atingir os objetivos da empresa ou do seu negócio.  Com essas dicas, você pode aplicar a tempestade de ideias hoje mesmo em sua equipe e aumentar significativamente o engajamento e participação de todos. Lembre de fazer algumas pausas pontuais durante a reunião e, se for possível, pedir um lanchinho durante ou após o encontro. Essas ações são importantes para evitar a exaustão mental, promover um bate papo entre os membros da equipe e descontrair o clima da reunião.  Você pode gostar de ver: Gestão de metas: 8 dicas para envolver sua equipe de maneira natural O brainstorm é uma ferramenta que pode ser adaptada a várias ocasiões e necessidades específicas da sua empresa, seu negócio e sua equipe. Fique a vontade para experimentar novas dinâmicas e encontrar a maneira que mais faz sentido para você!  E aí, você já fez ou participou de um brainstorm? Como foi a sua experiência com essa ferramenta? Conta aqui nos comentários e segue o meu perfil. Em nosso próximo bate papo, vou falar sobre novas ferramentas de gestão e dar dicas simples e eficientes que você pode praticar no seu dia a dia. 

Análise SWOT: aplicação na liderança estratégica

várias mãos abertas segurando a palavra SWOT em peças pequenas de madeira.

A análise SWOT é uma ferramenta super popular para gestão estratégica e funciona em várias áreas. Ela é essencial para mapear uma situação e identificar características importantes de um projeto, uma empresa ou até mesmo de uma equipe de trabalho!  A aplicação da SWOT na liderança estratégica permite que você conheça a dinâmica dos membros de sua equipe, individual e coletivamente. Além disso, ela facilita a identificação de oportunidades, então você pode definir estratégias, gerenciar conflitos e delegar atividades assertivamente.  Eu sou Mariely Thamara, atuo como Mentora de Carreiras, Consultora Empresarial e Palestrante e já ajudei centenas de pessoas a crescerem como líderes e gestoras. No post de hoje, você vai aprender o que é e como aplicar a análise SWOT no seu dia a dia como gestor e líder de equipes.  O que é análise SWOT ou FOFA? A análise SWOT, ou FOFA em tradução livre, é uma ferramenta administrativa bastante conhecida em diversos processos, como abertura de uma nova empresa, projetos ou campanhas publicitárias.  SWOT significa strengths, weaknesses, opportunities and threats. Na tradução livre, usamos a sigla FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças). Basicamente, a ferramenta facilita uma análise aprofundada, um mapeamento sobre a situação em que é aplicada.  A autoria desta ferramenta geralmente é atribuída a Albert Humphrey, um consultor de administração e estratégia da Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970. Ele liderou um projeto de pesquisa na década de 1960 na Stanford Research Institute (SRI), agora conhecido como SRI International, com objetivo de descobrir o porquê as empresas falham no planejamento estratégico.  A análise SWOT foi uma das ferramentas desenvolvidas no projeto, mas não é considerada uma invenção exclusiva de Alfred Humphrey. O motivo é que para sua criação foram usados conceitos de planejamento estratégico que já existiam na literatura clássica. O mais importante é que, com o passar do tempo, essa ferramenta evoluiu e se tornou mais acessível. Atualmente, é aplicada em várias áreas, desde administração como educação, liderança e até mesmo desenvolvimento e planejamento pessoal.  Usando a análise SWOT na gestão de pessoas Com a democratização de ferramentas que antigamente eram utilizadas apenas no planejamento empresarial, é possível adequar a aplicação da análise SWOT para a gestão de pessoas.  Isso porque conhecer melhor os seus liderados faz com que você possa aproveitar melhor as características do time e contribuir para que cada um se desenvolva melhor. Como consequência, o rendimento individual sobe, o nível de satisfação se eleva e o resultado da equipe como um todo também melhora.  É uma via de mão dupla onde todos saem ganhando. Você como gestor, os membros da sua equipe, a organização que vocês representam ou o seu empreendimento.  Para aproveitar todos esses benefícios, continue lendo e veja como usar a análise SWOT na prática da liderança estratégica.  S de Strenghts (Forças) A primeira letra da SWOT é representada pela força, ou seja, as características positivas de uma equipe ou de uma pessoa em individual. Conhecer as habilidades do seu time possibilita que você encontre as melhores tarefas para cada um e aproveite melhor esse potencial.  Procure se aproximar das pessoas, conversar com franqueza e observar melhor esses pontos, pois além de melhorar os resultados, isso também eleva a satisfação individual e coletiva da equipe. Veja também: Gestão de metas: 8 dicas para envolver sua equipe de maneira natural W de Weakness (Fraquezas) O W representa as vulnerabilidades, características que na gestão de pessoas podem ser chamados de oportunidades de melhorias. Para um líder atento, é fundamental conhecer o “calcanhar de aquiles” do seu time, não para desfavorecer ninguém, mas para incentivar o desenvolvimento dessas habilidades.  Além disso, esse conhecimento possibilita que você se posicione estrategicamente na hora de delegar tarefas importantes. Lembre-se que nenhuma pessoa é perfeita em todos os vieses e cabe a você direcionar o seu time para o melhor caminho através da capacitação e liderança positiva.  O de Opportunities (Oportunidades) A letra O vem para complementar o que mencionei acima, sobre os pontos de melhoria. Isso porque quando um líder conhece bem os seus liderados, consegue ficar de olho nas oportunidades de desenvolvimento adequadas para cada um.  Essas oportunidades vêm em forma de capacitação, consultorias e mentorias, cursos, promoções e novas funções que podem aprimorar forças ou fortalecer fraquezas profissionais. Esse fator também mantém o profissional em movimento, tirando aquela sensação de estagnação, promovendo o aprendizado contínuo e proporcionando motivação.  T de Threats (Ameaças) Por fim, temos as ameaças, que podem ser vistas como situações internas ou externas que podem colocar em risco o rendimento individual e coletivo. Mudanças tecnológicas, alterações nas políticas internas, clima organizacional e evolução do mercado de trabalho podem ser alguns fatores de alerta. Individualmente, situações de ordem pessoal como doenças, problemas familiares e financeiros também são situações que podem comprometer o rendimento. Ser um líder estratégico é entender que sua equipe é composta por seres humanos, então humanidade e empatia são fundamentais para identificar ameaças e ser um auxiliador na resolução de problemas.  Conclusão Esses são os quatro pontos da análise SWOT aplicados de maneira prática na liderança. Vale lembrar que você pode aplicar isso não apenas com o seu time, mas também na sua autoavaliação. A maior liderança vem pelo exemplo e o autoconhecimento é uma habilidade essencial para gestores de alto nível. Você também pode gostar de ler: 9 boas práticas de liderança para aprender hoje mesmo E aí, você já tinha visto essa maneira de aplicar a análise SWOT? Comente se fez sentido para você e se tem algo que você acrescentaria na sua liderança.  Não esqueça de seguir o perfil e compartilhar esse artigo para promover um bate papo informativo e agregar conhecimento na sua rede.  Eu fico por aqui e até nossa próxima conversa!